terça-feira, 5 de agosto de 2008

3° BIO / HUM
Ex 1 a 5 Série 10 aula 38 Liane

Tm 19 e Ex 10 pag 73 Ap4 Dimi

Tm 21 Patrick

Tm 19 Márcio

3° EXA / MED

TM 21 Patrick

TM 20 DIMITRI

TM EX 1 a 5 serie 10 da Liane

TM 19 do MÁRCIO

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

SEGUNDA - FEIRA

3° MED / EXA

TM 2O ALMIR T
M 35 E 36 HEITOR
TC 39 E TM 40 JESUS
TM 41 NETO

3° BIO /HUM

Neto TM 41
Jesus TC 39 e TM 40
Heitor TM 35 e 36
Beto Completar esquema 2 da página 94 da Apostila 5

sábado, 2 de agosto de 2008

Partido criado na Holanda defende drogas e pornografia infantil

Partido criado na Holanda defende drogas e pornografia infantil
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O primeiro partido declaradamente pedófilo, que "nasce" nesta terça-feira na Holanda com o objetivo de liberar a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças, se chamará NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade).

"Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas", afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês "Algemeen Dagblad".

Segundo Van den Berg, a imagem dos pedófilos foi desonrada pelo escândalo do assassino de crianças belga Marc Dutroux, mas, segundo ele, o lançamento do partido político pode reverter esse quadro.

No programa do NVD não há apenas pornografia infantil: o partido propõe a extinção do Senado e das funções do primeiro-ministro, a legalização de todas as drogas, leves e pesadas, e prisão perpétua para assassinos reincidentes.

O partido, em seu site na internet, afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornôs e que a maioridade sexual deveria ser abaixada para 12 anos.

FONTE : http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u96477.shtml

Lula "cria" Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada

Lula cria Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada
Agência Brasil
BRASÍLIA - O Brasil vai poder desenvolver e fabricar circuitos integrados de empregos específicos, que hoje são importados, têm alto custo e demoram muito para ser produzidos e entregues. Para tanto, já foram investidos pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT) R$ 250 milhões na construção de fábrica desses chips, em Porto Alegre, que está atualmente instalando máquinas para produzir esses componentes eletrônicos, que permitem a miniaturização de aparelhos. É o Centro Nacional de Tecnologia Eletrônica Avançada (Ceitec S/A), empresa pública que vai trabalhar no desenvolvimento e produção de circuitos integrados de aplicação específica (ASICS) e que foi criada por lei sancionada nesta quinta-feira pelo presidente Lula.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, informou que a expectativa é de que o Ceitec esteja em funcionamento até o final do ano. Ainda segundo ele, o presidente Lula deve inaugurar o centro da nova empresa.
De acordo com o secretário de Política de Informática do MCT, Augusto Gadelha, em quatro anos os investimentos feitos nessa área já estarão dando retorno, quando o Brasil já estiver fazendo esses componentes, em vez de ter de comprá-los no exterior. O MCT já construiu também alguns outros centros de desenvolvimento em outros locais, como na Universidade Federal do Rio Grande do Sul e na PUC-RS, onde estão instalados centros de projetos de circuitos integrados.
O uso desses componentes, esclarece Gadelha, permite a miniaturização do circuito de um telefone celular ou de um relógio eletrônico de tamanho diminuto, com possibilidades de gravar dados e são empregados também em pequenos computadores portáveis, os laptops ou notebooks, de alta capacidade e tamanho reduzido.
Ele lembra que toda a eletrônica do mundo é dominada pela tecnologia integrada, em que se procura usar componentes de baixo consumo de energia e com tamanho físico reduzido. Na sua mesa de trabalho, segundo ele, há um chip demonstrativo com 2 milímetros quadrados, do tamanho da pedra de um anel e que é capaz de fazer a codificação de vídeo de um circuito para TV Digital. Os conversores desses aparelhos poderão no futuro ter seu preço barateado com o desenvolvimento de circuitos integrados pelo Ceitec, que poderá discutir o assunto com o setor interessado e estudar a viabilidade econômica para a produção.
O primeiro circuito integrado desenvolvido no país deverá sair já no final do próximo ano das instalações da Ceitec. A indústria nacional só fabrica no momento semicondutores simples, como diodos retificadores. Um circuito integrado de alguns centímetros quadrados pode conter milhares de transistores e produzir um resultado eletrônico que há décadas só era obtido por um emaranhado composto por dezenas de válvulas, de alto aquecimento, e trabalhando com alta voltagem, além de pesados transformadores, condensadores e resistências, que ocupavam muito espaço.
O desenvolvimento dos chips ou circuitos integrados foi permitido pela evolução do emprego de minerais semicondutores, que possibilitam a passagem de sinais por meio de corrente contínua (o tipo de corrente encontrada em pilhas e baterias). Os circuitos integrados podem produzir amplificação ou produzir e emitir sinais ampliados dentro de diferentes frequências, sistemas de controle e outras finalidades que permitem o funcionamento de aparelhos eletrônicos de todas as modalidades. Todos os aparelhos domésticos eletrônicos atuais, lembra Gadelha, usam chips ou circuitos integrados, do aparelhinho de rádio às TVs, passando por equipamentos industriais e tecnologia espacial.


fonte : http://jbonline.terra.com.br/extra/2008/07/31/e310723230.html

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

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Recomendado pelo professor Neto.
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Coisas da Política - A Halliburton e o nosso petróleo

Mauro Santayana

É muito grave a denúncia da Associação dos Engenheiros da Petrobras: quem detém todas as informações técnicas do potencial brasileiro dos combustíveis fósseis é a Halliburton – a empresa de Dick Cheney – envolvida em negócios escusos nos Estados Unidos e em sua aventura bélica no Iraque, por intermédio da Landmark Digital and Solutions. Ela administra o banco de dados da Petrobras, sem licitação, não obstante a Procuradoria-Geral da República ter exigido o processo, ainda em 2004. A empresa plantou um seu funcionário, o senhor Nelson Narciso, que a representava em Angola, como diretor da Agência Nacional do Petróleo. Entre outras de suas funções, o senhor Narciso é quem define os blocos a serem licitados, que deve ser decisão estratégica de interesse nacional. Entendamos bem: a multinacional administra as informações e, mediante seu preposto na ANP, define as áreas a serem exploradas. A lei 9.478, de 1997, determina que a Petrobras e as outras empresas encaminhem suas informações técnicas à Agência Nacional de Petróleo, responsável pelo banco de dados das reservas e operações extrativas do petróleo. A ANP, sem licitação, contratou a subsidiária da Halliburton para fazê-lo. A Halliburton é a mais conhecida das empresas corruptoras do mundo, e mantém 130 empresas subsidiárias fora dos Estados Unidos, o que lhe permite fraudes costumeiras. Corrompe nos Estados Unidos, em seus contratos com o governo, e no estrangeiro. Em maio de 2003, ela foi multada em U$ 2,4 milhões, pela Security Exchange Comission, por subornar funcionário da Nigéria.
A entrega dos segredos geológicos nacionais a uma empresa estrangeira – e com a ficha da Halliburton – se tornou possível com a política nacional do petróleo do governo social-democrata que escancarou o Brasil entre 1995 e 2003. O governo Vargas – com todos os seus imensos erros – teve o mérito de criar um projeto nacional de desenvolvimento fundado em nossos recursos naturais. Depois de mais de quatro séculos de exploração colonial e neocolonial, chegara o tempo de – com o trabalho e a inteligência dos brasileiros – explorar os recursos do solo e subsolo, a fim de libertar a população da ignorância, das doenças e da miséria. Mas o governo passado decidiu sepultar a era Vargas, e entregar tudo aos estrangeiros.
O governo passado, com a cumplicidade do Congresso, autorizou a venda de 40% das ações da Petrobras a investidores estrangeiros. Isso, na época, representava US$ 2 bilhões. Com o aumento dos preços do petróleo e a descoberta das grandes reservas, essa participação se elevou a 120 bilhões, segundo os cálculos do engenheiro Fernando Siqueira. As remessas de lucros referentes ao petróleo são de 6 bilhões de dólares ao ano – o que contribui para o déficit externo. Além disso, em quase todos os países produtores de petróleo, as empresas estrangeiras concessionárias pagam mais de 80% de seus lucros ao Estado. No Brasil, por generosidade do governo anterior, essa participação, variável, é, no máximo de 40%.
Estuda-se agora o novo marco regulatório sobre a exploração do petróleo do pré-sal, que – mesmo com todas as violações constitucionais – continua propriedade da União. Trata-se de recursos que poderão resolver os mais graves problemas nacionais, como os da saúde e da educação. Só no Rio de Janeiro, há mais 20 mil pessoas na fila aguardando medicamentos fornecidos pelo governo. Dados do alistamento eleitoral, por outro lado, revelam que menos de 3,5% do universo dos aptos a votar em outubro concluíram o curso universitário. Se os lucros do petróleo fossem utilizados no benefício de todo o povo, não teríamos mais números assim para nos envergonhar.
Mas mesmo nos meios ministeriais, encarregados de propor ao governo a nova política para a exploração das novas reservas, há os que deixam de lado o interesse nacional. O caminho mais lógico será o de reter, para o desenvolvimento social (educação, saneamento básico, saúde pública) pelo menos o que retêm outros países produtores: 80% dos resultados da exploração. O melhor será a criação de nova empresa, de capital totalmente nacional e inalienável, para explorar diretamente as novas reservas. A era Vargas acabou? Voltemos a ela.

FONTE : http://jbonline.terra.com.br/editorias/pais/papel/2008/07/31/pais20080731000.html
3° MED / EXA / BIO / HUM

-TM 35 ANDRÉ
-TM 37 ABÍLIO